sábado, 1 de fevereiro de 2014

          






Wanda Sykes - Gay vs. Black (Legendado




Diversidade étnico-racial

http://www.youtube.com/watch?v=CAsXLfYKUhQ


NÃO A DISCRIMINAÇÃO


A lei nº 10.639, de janeiro de 2003, instituiu o Dia da Consciência Negra, assim como tornou obrigatório o ensino sobre história e cultura afro-brasileira nas escolas. É uma homenagem a Zumbi dos Palmares e, tem a intenção de provocar reflexão sobre a igualdade entre as raças.

O dia 20 de novembro é marcado pela luta contra o preconceito racial e a inferioridade diante da sociedade.

Esses assuntos enfatizam a reflexão, além de discutir e trabalhar para conscientizar as pessoas da importância da raça negra e de sua cultura na formação do povo brasileiro.



O PPS entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) em que pede que seja tratada como crime a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero. O partido quer que assassinatos, atos de violência ou discriminatórios por homofobia e transfobia sejam combatidos com o mesmo rigor previsto na Lei 7716/89, a Lei do Racismo.
“Todas as formas de homofobia e transfobia devem ser punidas com o mesmo rigor aplicado atualmente pela Lei de Racismo, sob pena de hierarquização de opressões decorrente da punição mais severa de determinada opressão relativamente a outra”, sustenta a ação direta de inconstitucionalidade por omissão protocolada pelo partido, que será relatada pelo ministro Celso de Mello.
                                           
                                                                          
A escola não é um mar de bondade, não é o paraíso que deveria ser, não é uma redoma de vidro protegida de todos os preconceitos. A escola faz parte da sociedade, então toda a violência presente na sociedade está também na escola.
A escola é um lugar onde as coisas acontecem com muita intensidade, onde são estabelecidos vários problemas. Isso faz com que acabe aparecendo o racismo, o preconceito, a homofobia. De uma maneira geral, a escola assim como a sociedade, tem como protótipo de aluno: o aluno branco, pegador, da classe média, que tenha uma religião  aceita pela comunidade, essa é a norma.
O racismo e a homofobia na escola não é um acontecimento dos dias de hoje, já vem de longa data. Negros e homossexuais, apesar de existirem outros segmentos discriminados, são os mais brutalizados, seja com agressões físicas ou agressões verbais. A discriminação é uma situação bem presente no ambiente da escola e reflete o que a sociedade machista e patriarcal, ainda estabelece como norma: que o aluno seja branco, boa aparência, heterossexual e de classe média.
Quando alguém faz algum comentário racista na escola, sobre o negro, tem sempre alguém censurando, seja um professor, seja um ou todos colegas, enquanto os comentários homofóbicos são uma maneira de não se estressar, de brincar, enfim,  uma maneira de dizer que os homossexuais não são gente.
A sexualidade é um tema muito complicado e, a escola não está preparada para lidar com isso, os alunos sempre viveram na sociedade machista, não estão preparados para não serem preconceituosos. Existe uma série de preconceitos, mas principalmente a homofobia. E tem um aspecto muito violento, porque os homossexuais recebem apelidos, são motivos de piada. Sofrem tanto que alguns abandonam a escola. A escola fica perdida, sem saber como agir, não sabe que medidas tomar nessas ocasiões, nem quando a coisa acontece. Acho deveria haver uma política de prevenção nas escolas para coibir essas loucuras, mas que não acontece, só acontece quando “tá tudo dominado” e aí não tem mais jeito. Infelizmente tudo continuará na mesma.


17/02/2014

      
                  NASCEMOS DA MISTURA, ENTÃO PORQUE O PRECONCEITO?”




                                 Autor da tela: Ademir Lopes Gabriel


                                                   



Mesmo com todas as conquistas, a permanência do comportamento continua com os mesmos padrões comportamentais. Segundo o governo, nós somos um país construído na diversidade cultural. O discurso governamental de que vivemos numa diversidade cultural, não pode ser encarado como verdade, pois os diversos grupos sociais são marginalizados, discriminados e execrados nos seus valores.
A propaganda do governo diz que as escolas, faculdades em sua grande maioria são alunos de diferentes origens, raças, credo religioso e de gênero. Os livros didáticos em grande maioria dizem que o padrão é o homem branco e macho.
Se a coisa continuar desse jeito, de maneira como os professores refletirão sobre as práticas pedagógicas para tratar da diversidade cultural escolar. Como trabalhar os conceitos de gênero, raça e etnia na sala, tendo como finalidade a valorização das múltiplas identidades no âmbito da escola? 
Ana Célia Silva (2005) afirma que nos livros didáticos, nos currículos escolares e nas falas dos professores, ainda há uma invisibilidade ou a visibilidade subalterna de diversos grupos sociais, como os negros, os indígenas e as mulheres. O preconceito instituído e manifestado na prática pedagógica pode levar tais grupos a uma auto rejeição e rejeição ao seu grupo social, comprometendo os processos constitutivos de sua identidade(s).¹

É de suma importância que a escola promova a igualdade de gênero e combata todas  as formas de discriminação existente.
Creio que a escola deve pensar em preparar o indivíduo para exercer  a cidadania é refletir sobre questões que deem condições de uma vida melhor e o sujeito seja capa de poder decidir sobre sua própria sexualidade, as atividades que deseja fazer, sem se importar com o gênero ou se é branco ou preto.
Portanto, é dever da escola como uma instituição que forma opiniões, desse modo deve formar o aluno com a noção de cidadania e, de forma alguma deve alimentar o preconceito e a discriminação contra a pessoa.



14 de fevereiro de 2014

“Estamos em pleno mar” das desigualdades sociais,
Afundando no veleiro antigo da discriminação…
Chicoteando com os olhos os de costumes tribais
Indiferentes à fome, ao humano, aos desta nação.
“Estamos em pleno mar” de conflito ideológico,
Presos à mesma corrente do orgulho e preconceito,
Distraímos no mar do ego, do ciúme e “meu” direito,
Sem notar deveres, a fome, a sede, d’outro, é lógico.
“Estamos em pleno mar” loucos no tempo, sem tempo,
Atravessamos o dia, a avenida, só a alma d’outrem não.
Descuidamos do homem porque pensamos em aumento
As crianças não terão futuro na nossa nação, nem coração.
Quando um corpo cai assustamos, só por um instante.
Esquecemos, temos que ir buscar e esmagar o porvir…
Escravizamos nosso ser, o ter, o viver, o modo elegante.
Pisamos, estupramos, abusamos da vida sem sentir.
“Estamos em pleno mar” das cotas, das notas, das mortas…
Crianças pelo crack, sem rumo, sem sina, sem nada.
Jogamos a âncora no dinheiro, no crédito, no cartão,
Na loteria, na correria, na fantasia, na depressão.
Do negro vemos pigmentação, do índio, nem a cultura,
Do branco, só a pele, do oriental, piada tradicional,
Do pobre a ignorância. Do rico achamos que o ter é a cura…
Por que mínimas diversidades, preconceitos criaram esse mal?
“E disse Deus: façamos o homem à nossa imagem”
Se formos assim, então Deus é um ser todo colorido.
Com sentimento, paixões, ilusões, vontades e amigos.
É dia de termos uma consciência que somos humanos.
Consciência que somos humanos… Humanos!
Iguais a ele, a nós, a vós, a “eu”, a “tu”, a todos.
Consciência negra, branca, indígena e das etnias. 
de Daniel Rosa da Silva
Americana – SP

http://zequinhabarreto.org.br/?p=3979












12 anos de escravidão  

O longa, de Steve McQueen possui nove indicações ao Oscar





12 anos de escravidão chega aos cinemas aproximadamente 126 após a abolição da escravatura no Brasil, que ocorreu com a Lei Áurea de 1888. Os Estados Unidos acabaram com a escravidão algumas décadas antes, em 1863, mas em um processo bem mais conflituoso, que gerou uma guerra que dividiu o país. 1863 e 1888... faz tanto tempo que era de se esperar que o racismo não fosse um problema ainda tão presente em nossa sociedade. É claro que melhorou, como mostra a eleição de um afrodescendente para o posto de presidente dos EUA, mas situações como a do jogador de futebol Tinga, que ouviu a torcida peruana imitando macacos toda vez que tocava na bola em um jogo pela Libertadores 2014, ou do negro agredido, despido e acorrentado em um poste no Rio de Janeiro, mostram porque trata-se de um filme muito atual. E que merece ser assistido.

Solomon Northup  (Cchiwetel Eijofor) é um negro liberto que vive com a família no norte dos EUA. Ele é um músico respeitado e vive normalmente. Determinado dia, é trapaceado por parceiros de trabalho e levado ao sul, onde é vendido como escravo. 

12 Anos de Escravidão - Trailer Legendado [HD 1080p] com Chiwetel Ejiofor e Brad Pitt




CLUBE  DE COMPRAS DALLAS



Com cerca de dois meses de atraso em relação aos Estados Unidos, mais de 40 prêmios na prateleira e seis importantes indicações ao Oscar, Clube de Compras Dallas chega nos cinemas brasileiros. E a magreza dos atores para viver o papel de vítimas da AIDS, lá atrás, quando surgiram os primeiros casos da doença, continua fazendo efeito. Mas se os comentários giram em torno - apenas - desse tema, é importante dizer que o filme tem mais a oferecer. 
Na história, o caubói eletricista Ron Woodroof (Matthew McConaughev) leva um vida de pura esbórnia, bebendo todas, cheirando muito, traficando drogas lícitas e ilícitas e, sem proteção, transando a torto e a direito com as amigas. Depois de um acidente de trabalho, seus exames de sangue informam que ele está contaminado pelo HIV. O machão convicto contesta, mas com a chegada dos sintomas, passa a investir na quebra do monopólio da indústria farmacêutica com o famigerado AZT, investigando drogas alternativas no México, Amsterdã, China e Japão. Ao lado de um amigo travesti (Jared Leto), cria um clube de fornecimento de remédios não autorizados, que passam a dar sobrevida para ele (homofóbico convicto) e os associados. O problema é a pressão do governo.

Clube de Compras Dallas Trailer Legendado (2014) HD


Adidas retira do mercado camisas com apelo sexual após reclamação brasileira
Presidente da Embratur, Flávio Dino, diz que camisas não retratam a realidade do país

As camisetas lançadas pela  Adidas para a Copa do Mundo com desenhos de um coração em formato de bumbum e uma mulher de biquíni foram mal recebidas pelo Governo brasileiro, o que levou a empresa patrocinadora do Mundial a retirar os produtos do mercado nesta terça-feira (25/02), após reclamação do Brasil alegando apelo sexual.

http://www.gazzeta.com.br/previsao-indica-quarta-feira-de-sol-na-regiao/brasil/
                                


                   Educação e Diversidades


Maria, Maria

Milton Nascimento

Maria, Maria
É um dom, uma certa magia
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece
Viver e amar
Como outra qualquer
Do planeta
Maria, Maria
É o som, é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que ri
Quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta
Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida
Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Hei! Hei! Hei! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho, sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Hei! Hei! Hei! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Composição: Fernando Brant / Milton Nascimento Legendado por guta_silva
Retirado do site: http://letras.mus.br/milton-nascimento/47431/
http://www.youtube.com/watch?v=lXo7v7t5vOc


       A musica Maria Maria relata a vida de uma mulher trabalhadora e guerreira, que têm ideais, mas que, no entanto tem suas dificuldades, e mesmo assim sabe levar a vida, é uma mulher com gana, manha, graça e tem fé na vida para alcançar seus desejos, sonhos e objetivos.
Sendo o nome “Maria” um nome popular brasileiro se entende que o auto ou citar na musica “Maria, Maria É o som, é a cor, é o suor “ ele se refere a todas as mulheres brasileiras trabalhadoras, guerreiras.
Portando, a musica de Maria Maria de Milton nascimento relata a vida de uma mulher brasileira com dificuldades, mas que nunca deixa de batalhar no seu dia a dia pelos seus ideais.


        VIDA MARIA


Vida Maria

Gênero: 
Animação
Diretor: 
Márcio Ramos 
Duração: 9 min     Ano: 2006     Formato: 35mm 
País: Brasil     Local de Produção: CE 
Cor: Colorido 
Sinopse: Maria José, uma menina de 5 anos de idade, é levada a largar os estudos para trabalhar. Enquanto trabalha, ela cresce, casa, tem filhos, envelhece.



"VIDA MARIA" é um projeto premiado no "3o. PRÊMIO CEARÁ DE CINEMA E VÍDEO", realizado pelo Governo do Estado do Ceará.



Produzido em computação gráfica 3D e finalizado em 35mm, o curta-metragem mostra personagens e cenários modelados com texturas e cores 

                 
                              

http://www.cinecomentado.com/wp-content/uploads/2012/08/CINEMA-VidaMaria-560x420.jpg


                                                                  
Publicado em 21/09/2012
O filme mostra a história do que se mais vê aqui no interior do nordeste, onde vemos crianças que tem sua infância interrompida muitas vezes para ajudar a família a sobreviver, infância essa resumida aos poucos recursos e a más condições.
A Maria que aparece no filme mostra satisfação no que faz, em apenas escrever seu primeiro nome a princípio, o momento em que sua mãe lhe chama a atenção, é tirada, não só a atenção como seu futuro de ser uma pessoa diferente que sua mãe, que não tem uma visão do futuro, querendo dar a filha a mesma criação que teve.
O objetivo do curta é mostra que devemos dar sempre mais que tivemos pros demais, para tentar construir um futuro que não tivemos, e estar sempre a procura do melhor e não se acomodar naquilo que vivemos.

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                Resenha

O tema central partiu da vida pessoal de Ramos, que, imerso em seu trabalho com televisão e vinhetas de publicidade, viu o sonho de realizar um curta sendo adiado pela realidade do dia-a-dia. 
"A ideia de realizar um projeto pessoal que fosse mais duradouro surgiu em 2000, mas, sem tempo, tive de adiá-lo por alguns anos", diz Ramos, que, além de dirigir, foi responsável por roteiro, fotografia, arte, som e montagem, contando apenas com a ajuda de Hérlon Ramos na composição da trilha sonora. "A ideia central surgiu da minha própria experiência, da contradição entre um sonho [realização do curta] e a realidade [a rotina diária de trabalho] que se impõe todos os dias." Longe de parecer um autorretrato, Ramos tornou o material ainda mais rico ao apresentar um ciclo na vida de Maria José, que é obrigada a largar os estudos para ajudar nas tarefas diárias da família. Assim como todas as Marias em sua infância, Maria José gosta mesmo é de "desenhar palavras" em seu caderno. Repreendida pela mãe, Maria vai ao quintal executar as tarefas da casa. De forma brilhante, Ramos mostra a repetição deste ciclo passando ao menos por três gerações. 
Assim, com toques de humor, o diretor cearense consegue falar em oito minutos mais sobre a triste situação socioeconômica vivida por muitas gerações do que qualquer dissertação acadêmica. 
 Fonte:http://www.cinecomentado.com/wp-content/uploads/2012/08/CINEMA-VidaMaria-560x420.jpg

Ponteio Acutilado (Quinteto Armorial)



Asa Branca _ _Regresso pro Sertão_ _ A Volta da Asa Branca


Mestre Vitalino, retirantes, cerâmica. Acervo Museu de Arte Popular do Recife. Foto autoria desconhecida

A arte popular tem no Brasil é atribuída a pessoas incultas, sem formação acadêmica, mas essas mesmas pessoas criam, esculturas, xilogravuras, pinturas, literaturas com excepcional valor estético e artístico. A arte seja acadêmica ou popular, é antes de tudo, a expressão cultural de um povo.


                                   J BORGES

José Francisco Borges, mais conhecido como J. Borges é um dos mestres do cordel, um dos artistas folclóricos mais celebrados da América Latina e o xilogravurista brasileiro mais reconhecido no mundo.
A divulgação do seu trabalho como gravurista iniciou-se em 1972, quando os pintores cariocas, Ivan Marquetti e José Maria de Souza, em visita a Bezerros, encomendaram gravuras em tamanhos maiores do que os usados normalmente no cordel. Pelas mãos desses pintores, essas gravuras chegaram ao escritor Ariano Suassuna e, com o seu incentivo, Borges passou a ser conhecido como o “melhor gravador do Nordeste”. Em pouco tempo, os seus trabalhos já participavam de exposições na França, Alemanha, Suíça, Itália, Venezuela e Cuba.
Fonte: http://artepopularbrasil.blogspot.com.br/2011/01/j
-borges.html



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DEZ MOTIVOS PARA SER  CONTRA AS COTAS RACIAIS

“Devo dizer, preventivamente, que não concordo com todos os argumentos expostos neste texto do sociólogo Bernardo Lewgoy, inclusive porque alguns são repetitivos ou não exibem coerência lógica no seu próprio enunciado.”
Expô-las
Transcrevo, porém, porque, como ele, também sou contra, absoluta e explicitamente, as cotas raciais, instrumento de criação de um apartheid no Brasil, por princípio e também por uma série de argumentos que se confundem, mas apenas em parte, com aqueles alinhados abaixo.
Sou contra, especificamente, esta frase, em forma de interrogação, do autor: "Você faria uma cirurgia com um médico cotista?"
Não creio que um médico, após cinco ou mais anos de estudo de medicina, supondo-se que tenha tido um desempenho médio igual ou similar aos dos seus colegas não-cotistas e tenha sido avaliado da mesma forma, sem complacências, venha a ter um desempenho, como profissional, muito inferior aos dos citados colegas não-cotistas. Qualquer pessoa é capaz de aprender, desde que lhe seja dada oportunidade para tal. O que objeto é ao princípio mesmo do ingresso em qualquer curso, concurso ou profissão que não seja por mérito aferido abertamente, de maneira absolutamente democrática.

Teria várias outras considerações a fazer a propósito desta questão, mas remeto a oportunidade ulterior, passando-se agora à leitura desta "petição" contra as cotas.
PRA, 2.08.2009


Dez motivos para ser contra as cotas raciais

Bernardo Lewgoy, Sociólogo

Site do Instituto Millenium, 31/07/2009


1. Cotas raciais sempre dividem negativamente as sociedades onde são implantadas, gerando o ódio racial e o ressentimento das pessoas que não entraram na Universidade, apesar de terem obtido nota maior ou igual do que os cotistas nas provas de vestibular.
2. Cotas raciais criam um terrível precedente ao admitir a discriminação racial para atingir objetivos políticos, gerando nas pessoas a sensação de que não serão mais julgadas pelo que são ou fazem, mas pela cor de sua pele ou origem étnica.
3. Cotas raciais foram importadas para esconder o real problema da baixa qualidade do ensino básico e dar poder dentro da Universidade a políticos que não têm nenhum compromisso com a qualidade do ensino e da pesquisa.
4. Cotas raciais corrompem as Universidades onde são aplicadas, aniquilando o valor do mérito acadêmico e criando pressões sem fim para discriminar as pessoas por sua “raça” em todos os níveis de ensino, do fundamental à universidade.
5. Cotas raciais levam a hipocrisia para dentro da sala de aula, pois estimulam o relaxamento nos padrões de avaliação, por parte de professores temerários de serem taxados de racistas, caso reprovem ou dêem notas baixas a alunos cotistas ou oriundos de minorias étnicas.
6. Cotas raciais sempre enfrentam o problema de como saber quem pertence ou não de alguém a um grupo racial Pelo sangue? Pela cor da pele? Como o Brasil é um país miscigenado, odiosos tribunais raciais acabam decidindo se alguém pertence ou não a uma “raça” e ocasionam tremendas injustiças, como mostrou o caso dos gêmeos da UnB.
7. Cotas raciais desestimulam não só o mérito acadêmico mas encorajam a separação do povo em grupos raciais rivais, destruindo possibilidades de real convívio humano entre pessoas diferentes. Você sabia que muitas pessoas contrárias às cotas raciais são filhas de pais de cores diferentes? Qual será o clima que essa proposta vai gerar num país em que a miscigenação está dentro dos lares?
8. Cotas raciais geram preconceito contra pessoas decentes de todas as origens, que gostariam de ser julgadas pelo seu mérito e não pela cor da sua pele. Elas incentivam um clima sem fim de suspeitas de que o aluno negro – cotista ou não - não é competente nem como estudante e nem o será como futuro profissional. Você faria uma cirurgia com um médico cotista?
9. Cotas raciais entraram no Brasil pela porta dos fundos, num momento em que todas as pesquisas dos órgãos oficiais mostravam que seus supostos beneficiários, negros e pardos, vinham melhorando sua situação social e inserção na Universidade Pública.
10. Cotas raciais recuperam a idéia, refutada por toda a ciência moderna, de que a humanidade se divide em “raças”, oficializando aquilo que se quer combater.


POR QUE SOU CONTRA AS  COTAS?

Luís Paulo Silva
 No momento, a Universidade de Brasília vive a possibilidade de admitir a implementação do sistema de cotas para o ingresso de ”negros” na Universidade. Eu, apesar de todos os pseudodebates[1] a que compareci, em que a minha e outras dezenas de mentes foram simplesmente marteladas repetidas e reiteradas vezes com a abissal diferença socioeconômica existente no Brasil entre negros e brancos, tendo como base dados do IPEA, não me convenço de forma alguma de que a adoção de qualquer política de cotas seja algo desejável.

Lei Maria da Penha.

 


A Lei Maria da Penha, sancionada em agosto de 2006, é uma lei muito especial. Foi criada não só para punir, mas para que ocorram processos jurídicos que protejam a integridade física e psicológica da mulher e inibam novos casos. Ela foi batizada em homenagem a uma vítima real da violência doméstica: a cearense Maria da Penha Maia, que ficou paraplégica após levar um tiro do marido enquanto dormia.

Ideias sexistas bastante populares.

É dever natural do homem o sustento da família.
 Mulheres devem ser responsáveis pela casa.
 As mães são mais importantes na formação dos filhos que os pais.
 Homens não choram/Homens devem ser fortes.
 Trair é da natureza masculina.
 As mulheres são mais frágeis (ou inocentes).

O que é sexismo?

Sexismo é termo que se refere ao conjunto de ações e ideias que privilegiam entes de determinado gênero (ou, por extensão, que privilegiam determinada orientação sexual) em detrimento dos entes de outro gênero (ou orientação sexual). Embora seja constantemente usado como sinônimo de machismo é na verdade um Hiperônimo deste, já que é possível identificar diversas posturas e ideias sexistas (muitas delas bastante disseminadas) que privilegiam o gênero feminino em detrimento do gênero masculino ou que privilegiem homossexuais em detrimento de heterossexuais.

Conceito retirado do site: 

      Homossexualidade é Pecado?











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